Anti Plágio

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Vontade de mim


Tenho amigos,
Inimigos,
aliados.

Pessoas ao meu redor.

Sinto tesão, vontade de amar, vontade de odiar, de matar e de não ter.

Sinto vontades, quereres, horrores de mim, delicias de mim, vontades mim.

Sou gamado em mim, sou gamado no mundo, amo a morte, pois ela é vida.

Amo a vida pois ela me leva a morte, amo a vida porque nela vivo.

Nela sou, nela tenho, nela perco, nela ganho.

Eu me encontro, me perco, me solto, me jogo, me prendo.

Viajo através das drogas, minha droga, meu eu, meu ser, meu vicio.

Vontade de andar, me jogar na água do mar, me afogar, viver, morrer e entender o que ainda não entendi sobre mim e a vida.

Ainda sei que a vida sou eu e que a vida é minha vida, que viver é estar vivo, mas viver não é marcar presença, é saber viver e entender a quem queira e não queira, é entender o mais perto e longe.

É me encontrar.

JONATHAN VILLAÇA

SÓ DE MIM!

3 comentários:

Gabriel Ribeiro disse...

UaU!

Deus abençoe as novas regras da língua portuguesa, não!?

Achei meio sem nexo esse texto. É como se eu não conseguisse chegar a conclusão alguma. Mas respeito o subjetivismo e a poesia.

Abraço!
Gabriel.

Vini e Carol disse...

Nada disso que você citou é impossível de se ter ou de realizar-se.
Basta ir atrás.

Abraço.

Inez disse...

Caramba o poema é lindo ,muito profundo, uma bela forma de questionar a razão da vida.